Gays: Deus, o Papa e a Igreja Amam Vocês
Nenhuma pessoa LGBTQ+ pode ser tratada com ódio, violência ou discriminação em nome de Deus ou da Igreja.
O próprio Catecismo afirma que as pessoas homossexuais devem ser acolhidas “com respeito, compaixão e delicadeza” e que deve ser evitado qualquer sinal de discriminação injusta.
Para o cristão, a lei maior é o amor: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 13,34). Por isso, a homofobia é incompatível com o Evangelho e com o mandamento de Cristo.
O papa Francisco reforçou repetidamente essa postura de acolhimento, respeito e integração, recordando que nenhuma pessoa deve ser descartada ou humilhada por sua orientação sexual.
A Igreja pode manter sua doutrina sobre o matrimônio e, ao mesmo tempo, defender a dignidade, os direitos civis, a segurança e o respeito de todas as pessoas. O ponto central permanece o mesmo: amar, acolher e nunca odiar.
No fim, a identidade cristã se reconhece pelo amor: “Nisto todos saberão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13,35).
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